domingo, 9 de abril de 2017

Aula Hipertensão na gestação

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A abordagem realizada iniciou com a definição de Hipertensão Crônica, Hipertensão Gestacional, Pré-eclâmpsia e Eclâmpsia. A primeira está presente antes da gestação ou é diagnosticada até a vigésima semana em gestantes que desconheciam valores anteriores de sua pressão arterial, perdurando além da sexta semana pós-parto. 
A Hipertensão Gestacional Consiste em pressão arterial elevada que aparece após a vigésima semana da gravidez e costuma desaparecer até dez dias após o parto (hipertensão transitória).
Já a Pré-eclâmpsia é uma síndrome sistêmica específica que afeta todo o organismo da mulher, principalmente placenta, rim, fígado e cérebro e pode ter início súbito ou ser originada da piora da hipertensão, acompanhada de proteinúria e elevação dos níveis de creatinina sérica, ácido úrico e transaminases. A eclâmpsia, por sua vez, diferencia-se por ter o desenvolvimento de convulsões maternas em adição ao quadro de pré-eclampsia.
A relevância de conhecer a fisiopatologia da doença é compreender como os fármacos funcionam e onde atuam, de forma a promover o entendimento sobre a farmacologia estabelecida nos casos de hipertensão em gestantes. Também constitui-se como importante a abordagem dos anti-hipertensivos na lactação, pois em minha prática como enfermeira residente em neonatologia muitas vezes é preciso fazer orientações às mães nutrizes. A aula foi, portanto, de fundamental importância para a meu aperfeiçoamento como profissional de saúde.

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