A aula que abordou a farmacoterapia infecciosa teve início com enfase nos antimicrobianos, cujo uso em estantes se dá, geralmente, no primeiro trimestre e isso deve merecer de nós um maior cuidado, pois neste período é possível que interfira na formação do feto.
Vimos algumas infecções estacionais virais, bacterianas, por protozoários, fúngicas e também DST. Também foram abordadas infecções neonatais como sífilis, infecções intra-parto como hepatites B e C e estafilococos.
Tanto em relação às gestantes quanto aos recém-nascidos, é necessário que as intervenções farmacológicas utilizando antimicrobianos sejam pensadas com cautela, a fim de que se evite o uso abusivo.
Desta forma, a aula foi de grande importância, pois nas nossas vivencias em âmbito hospitalar temos um contato constante com os prontuários cujas prescrições muitas vezes possuem antimicrobianos para o tratamento das gestantes, puérperas, recém-nascidos e crianças.
Foram levantadas questões muito relevantes e que podem surgir como dúvidas diariamente nas vivencias como residente em Neonatologia como os riscos para o bebe que esta sendo amamentado por uma nutriz que está usando antimicrobiano, as limitações na escola destes medicamentos e como elaborar os esquemas.
A partir da compreensão do mecanismo de ação destes fármacos, os efeitos adversos e as interações é possível trazer um olhar mais aguçado para a nossa prática, pois nos deparamos com as prescrições de aluns deles todos os dias e, em meio às atribulações, não havíamos nos detido a estudar essas particularidades.
A aula foi importante para a partir dela podermos prestar um cuidado qualificado, buscando nos deter ao uso prudente dos antimicrobianos e compreendendo os efeitos adversos e as possíveis interações, de modo que se possa cumprir bem o papel de Enfermeira residente.
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