segunda-feira, 10 de abril de 2017

Aula Farmacoterapia Infecciosa

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A aula que abordou a farmacoterapia infecciosa teve início com enfase nos antimicrobianos, cujo uso em estantes se dá, geralmente, no primeiro trimestre e isso deve merecer de nós um maior cuidado, pois neste período é possível que interfira na formação do feto. 
Vimos algumas infecções estacionais virais, bacterianas, por protozoários, fúngicas e também DST. Também foram abordadas infecções neonatais como sífilis, infecções intra-parto como hepatites B e C e estafilococos. 
Tanto em relação às gestantes quanto aos recém-nascidos, é necessário que as intervenções farmacológicas utilizando antimicrobianos sejam pensadas com cautela, a fim de que se evite o uso abusivo. 
Desta forma, a aula foi de grande importância, pois nas nossas vivencias em âmbito hospitalar temos um contato constante com os prontuários cujas prescrições muitas vezes possuem antimicrobianos para o tratamento das gestantes, puérperas, recém-nascidos e crianças.
Foram levantadas questões muito relevantes e que podem surgir como dúvidas diariamente nas vivencias como residente em Neonatologia como os riscos para o bebe que esta sendo amamentado por uma nutriz que está usando antimicrobiano, as limitações na escola destes medicamentos e como elaborar os esquemas.
A partir da compreensão do mecanismo de ação destes fármacos, os efeitos adversos e as interações é possível trazer um olhar mais aguçado para a nossa prática, pois nos deparamos com as prescrições de aluns deles todos os dias e, em meio às atribulações, não havíamos nos detido a estudar essas particularidades.
A aula foi importante para a partir dela podermos prestar um cuidado qualificado, buscando nos deter ao uso prudente dos antimicrobianos e compreendendo os efeitos adversos e as possíveis interações, de modo que se possa cumprir bem o papel de Enfermeira residente.















Aula Interações medicamentosas

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A importância dessa aula se deve a necessidade de nós profissionais de saúde necessitarmos de embasamento para prestar assistência de qualidade, principalmente no que diz respeito às orientações prestadas às estantes e mães das crianças que realizarem consultas de puericultura. Foi muito relevante saber como as interações se classificam:  farmacêuticas, farmacocinéticas, farmacodinâmicas e de efeito.Isso porque compreender as diferenças entre os tipos de interação possibilita entender também como acontecem e as formas de evitar.
Em minha prática como Enfermeira Residente em Neonatologia considero importante o conhecimento adquirido nesta aula, pois é uma forma de qualificar o cuidado prestado, pois ao aprazar as medicações nos prontuários é de grande valia estar atenta para a boa prática de forma a evitar interações entre os medicamentos prescritos.
Também foi bastante relevante a demonstração de alumas ferramentas que podem ser utilizadas para se informar sobre possíveis interações entre medicamentos, como os aplicativos Medscape e Drugs.com, o que facilita nossa busca por estas informações, já que é possível pesquisar os nomes dos medicamentos e verificar as possíveis de interações. Isso torna a consulta rápida e prática, de forma que agiliza o nosso trabalho sem que seja necessário perder tempo.
         
       

Drogas de abuso na Gestação e Lactação

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O tabaco é a segunda droga mais consumida entre a população jovem, devido às facilidades e estímulos para adquirir o produto e ao desconhecimento dos graves prejuízos causados à saúde dos fumantes, esse consumo do tabaco tornou-se o hábito de fumar um comportamento socialmente aceitável. A prova disso é que 90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos de idade. Enfrentar o problema do tabagismo feminino, é um desafio para a Saúde Pública no século XXI, sendo que é necessário entender o fenômeno globalmente e agir localmente, com estratégias inovadoras e mais adequadas.
O uso constante e descontrolado do etanol pode comprometer seriamente o funcionamento do organismo, levando a consequências irreversíveis. Depois do consumo essa substancia, é digerido no estômago e absorvido no intestino e através da corrente sanguínea suas moléculas são levadas ao cérebro. O uso prolongado do etanol pode prejudicar todos os órgãos, principalmente o fígado, que é responsável pela destruição das substâncias tóxicas ingeridas ou produzidas pelo corpo durante a digestão. Dessa forma com o uso abusivo, o fígado sofre uma sobrecarga para metabolizá-lo. Além disso, o abuso do dessa substância pode acarretar graves inflamações como: gastrite, hepatite alcoó- lica, pancreatite e neurite.
O etanol consumido pela gestante atravessa a barreira placentária, fazendo com que o feto seja exposto às mesmas concentrações do sangue materno. Contudo, a exposição fetal é maior, devido ao metabolismo e eliminação serem mais lentos, isso faz com que o líquido amniótico permaneça impregnado de dessa substância. Além disso, o uso e o abuso do etanol durante a gravidez está relacionado ao aumento do número de abortos e a fatores que podem comprometer o parto como, risco de infecções, deslocamento prematuro de placenta, hipertonia uterina, parto prematuro e presença de mecônio no líquido amniótico, colocando em risco a vida do feto e causando complicações na vida do recém-nascido.
 A maconha provavelmente seja a droga ilícita de maior consumo durante a gestação. Dentre os efeitos do uso da maconha, estão incluídos: diminui- ção da memória, perda da inibição, sensação de relaxamento ou euforia, alterações de percepção do tempo e espaço. Além disso, podem ocorrer alterações em outros sistemas do organismo como, aumento da freqüência cardíaca, vasodilatação, hiperemia conjuntival e aumento do apetite. Sendo que os efeitos mais significativos inclui o desenvolvimento cognitivo e emocional. Observam-se ainda coincidências entre o uso de maconha e o mau desenvolvimento do tubo neural do RN, além de possíveis anencefalias. 
É importante ressaltar que o cuidado com as gestantes dependente de álcool e de outras drogas é complexo e exige um preparo específico por parte dos enfermeiros. Os profissionais devem estar conscientes das características únicas de cada usuária. O principal obstáculo para o tratamento das mulheres dependentes, em geral, é o preconceito que sofrem por parte da própria comunidade.


REFERENCIA
MAIA, J. A; PEREIRA, L. A;  MENEZES, F. A. CONSEQUÊNCIAS DO USO DE DROGAS DURANTE A GRAVIDEZ. Revista Enfermagem Contemporânea. 2015 Jul./Dez.;4(2):121-128. Disponível em: <https://www5.bahiana.edu.br/index.php/enfermagem/article/viewFile/664/540>. Acesso em 10 abr. 2017.

Fármacos da gestação e lactação

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Antes do evento da talidomida prevalecia a idéia, ou dogma, de que o desenvolvimento embrionário de mamíferos, ocorrendo no interior do útero materno, estaria relativamente protegido de efeitos embriotóxicos de agentes ambientais. Neste sentido os efeitos adversos possíveis seriam do tipo “tudo ou nada”: ou o estímulo ambiental seria suficientemente drástico para matar o embrião ou este não seria afetado e o desenvolvimento intra-uterino prosseguiria sem seqüelas (Wilson, 1977).
Após o nascimento de crianças com malformações severas em conseqüência do uso de um medicamento no início da gravidez, na ausência de qualquer evidência de toxicidade materna, ocorreu aparentemente uma inversão do dogma anterior: em principio nenhum medicamento seria seguro para o embrião. Uma implicação prática desta presunção de vulnerabilidade é que, via de regra, não se considera eticamente aceitável realizar estudos clínicos de novos medicamentos em mulheres grávidas.
 Assim sendo, na maioria dos casos, quando os fármacos chegam ao mercado, as únicas evidências disponíveis sobre a segurança do uso na gestação são aquelas oriundas de estudos não-clínicos de toxicidade reprodutiva. Como a extrapolação de dados obtidos em animais para o homem é cercada de incertezas e persiste a dificuldade ética de realizar ensaios clínicos, as dúvidas quanto aos riscos para o concepto convivem com a necessidade prática de tratar mulheres grávidas que apresentem doenças. Assim, na maioria dos casos, as informações iniciais sobre segurança durante a gravidez humana vêm do empirismo. 
Vimos na aula que justamente por esta falta de estudos sobre a utilização de medicamentos durante a gestação, deparamo-nos com um problema de saúde pública por falta de informações suficientes para embasar terapias para estas mulheres. Por isso, é necessário que se faça uma vigilância tanto do uso quanto dos efeitos apresentados.
Também foi exposto sobre a classificação de risco gestacional de acordo com o FDA, onde pudemos conhecer esta classificação de acordo com os estudos realizados ou não em animais e humanos e demonstrando evidências ou não de teratogenia. Isso é muito importante para que possamos compreender os riscos de acordo com as evidências existentes e a partir disso poder prestar uma melhor assistência como enfermeira residente em neonatologia.



REFERÊNCIA

OSORIO-DE-CASTRO, C. G. S; PAUMGARTTEN F. J. R; SILVER, L. D. . O uso de medicamentos na gravidez. Ciência & Saúde Coletiva, 9(4):987-996, 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/csc/v9n4/a19v9n4.pdf>. Acesso em 10 abr. 2017.

Aula Farmacologia do TGI

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Além de sua principal função na digestão e absorção dos alimentos, o trato gastrintestinal é um dos principais sistemas endrócrinos do corpo. Possui também sua própria rede neuronal integrativa, o sistema nervoso entérico, que contém aproximadamente o mesmo número de neurônios da medula espinhal. 
O trato gastrintestinal é inervado pelos plexos mioentérico e submucoso. Os plexos estão interconectados, e suas células recebem fibras parassimpáticas pré- ganglionares do vago, que são principalmente colinérgicas e excitátórias. As fibras simpáticas que chegam são, em grande parte, pós-ganglionares e inervam os vasos sanguíneos, o músculo e células glandulares, além de possuírem terminações nos plexos, onde inibem a secreção de acetilcolina. Os neurônios no interior dos plexos (que constituem o sistema nervoso entérico) secretam acetilcolina, noradrenalina, serotonina, purinas, óxido nítrico. O plexo entérico possui neurônios sensoriais que respondem a estímulos mecânicos e químicos.
Os principais hormônios secretados pelo trato gastrintestinal são: - a gastrina, que possui como função principal estimular a secreção de ácido gástrico pelas células parietais. Além disso, aumenta indiretamente a secreção de pepsinogênio (que é o responsável, juntamente com o HCl, pela digestão de proteínas) e estimula o fluxo sanguíneo e a motilidade gástrica. A secreção de gastrina é inibida quando o pH do conteúdo gástrico vai para 2,5 ou menos. - a histamina, que estimula as células parietais através dos receptores H2. 
A histamina provém dos mastócitos localizados nas células parietais. Ocorre liberação basal uniforme de histamina, que aumenta sob a ação da gastrina e da acetilcolina. A acetilcolina, um neurotrasmissor, estimula receptores muscarínicos específicos presentes na superfície das células parietais e na superfície das células que contêm histamina.
O estômago secreta pepsinogênio, ácido clorídrico e fator intrínseco, provenientes das células principais e parietais. O muco é secretado por células especializadas localizadas entre as células superficiais por toda a mucosa gástrica. Íons bicarbonato também são secretados e aprisionados no muco, criando um gradiente de pH de 1 – 2 na luz e 6 – 7 na mucosa.
O muco e o bicarbonato formam uma camada inerte, semelhante a um gel, que protege a mucosa contra o suco gástrico. O álcool e a bile podem destruir essa camada. As prostaglandinas PgE2 e PgI2 produzidas localmente estimulam a secreção de muco e de bicarbonato, e inibem a secreção de ácido clorídrico. Acredita-se qua os distúrbios nas funções secretórias acima descritos estejam envolvidos na patogenia da úlcera péptica, de modo que a terapia desta condição envolve fármacos que modificam cada um desses fatores. 
O ácido clorídrico é secretado pelas células parietais gástricas por uma bomba de prótons (K+/H+-ATPase). Os estímulos principais para a secreção de ácido clorídrico são a gastrina, a histamina e a acetilcolina. Simplificadamente, podese explicar o controle fisiológico da secreção de ácido clorídrico da seguinte maneira: 
A célula parietal possui receptores H2 para histamina, receptores M2 para acetilcolina e receptores de gastrina. A estimulação dos receptores H2 aumenta o AMPc, enquanto a estimulação dos receptores M2 e de gastrina aumenta o cálcio do citosol. Esses mensageiros atuam de modo sinérgico, produzindo a secreção ácida. A gastrina e a acetilcolina, além de estimularem diretamente as células parietais, promovem a secreção de histamina pelas células secretoras de histamina.
A acetilcolina é proveniente dos nervos colinérgicos, a histamina provém das células secretoras de histamina e de mástócitos, enquanto a gastrina, produzida pelas células endócrinas da mucosa do antro gástrico e duodeno, é liberada pela corrente sanguínea nas células parietais. A ação da acetilcolina é bloqueada pela atropina; a ação da histamina é interrompida diretamente pelos antagonistas H2 (cimetidina), e a atropina inibe a secreção de histamina pelas células secretoras; a ação da gastrina nos receptores das células parietais é inibida pela proglumida; as prostaglandinas E2 e I2 inibem diretamente a produção de ácido clorídrico; o misoprostol inibe a produção de ácido através da estimulação dos receptores de prostaglandinas das células parietais; e finalmente, os inibidores da bomba de prótons (omeprasol, etc) interrompem a atividade da K+/H+ - ATPase (esta bomba é responsável pela troca do K+ por H+ no processo de formação de HCl – ou seja, nessa ocasião, o K+ retorna ao interior da célula parietal em troca da secreção de H+ necessário à formação do HCl). 

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Inicialmente houve uma explanação sobre as doenças ácido-pépticas e os fármacos utilizados. Trata-se de fármacos que objetivam diminuir a acidez gástrica e fármacos que promovem a defesa da mucosa.
A aula foi bastante proveitosa, pois pode-se recordar o assunto, desde a fisiologia da secreção gástrica, até os fármacos utilizados com sua farmacodinâmica, suas possíveis interações e reações adversas. Sua importância se dá pela grande utilidade de conhecer os fármacos que podem ser utilizados durante pelas estantes para as quais prestarei assistência pré-natal durante as vivencias na atenção Básica. 



REFERÊNCIA
http://farmacolog.dominiotemporario.com/doc/cap_28_-_Farmacologia_do_TGI.pdf













domingo, 9 de abril de 2017

Farmacologia Da Glândula Tireoide

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A tireoide é uma glândula que existe em todos os indivíduos e fica localizada na região central do pescoço. A glândula é dividida em dois lobos que ficam ao lado da traqueia unidos por um seguimento chamado istmo. A tireoide utiliza o iodo para produzir os hormônios vitais, sendo que os principais são a tiroxina (T4) e a triiodotironina (T3). Esses hormônios são responsáveis pelo nosso metabolismo basal, ou seja, é ele que estimula as células a trabalharem e garante que tudo funcione corretamente no corpo.
A função da glândula tireoide é regulada por um mecanismo de auto controle que envolve o cérebro. Quando os níveis de hormônios da tiroide estão baixos, o hipotálamo no cérebro produz um hormônio conhecido como liberador de tirotropina (TRH), que faz com que a glândula pituitária (localizado na base do cérebro) libere o hormônio estimulador da tireoide (TSH).

Os distúrbios da tireoide ocorrem quando essa glândula para de funcionar corretamente, podendo produzir mais ou menos hormônios do que o normal. Uma vez que a glândula tireoide é controlada pela glândula pituitária no e pelo hipotálamo, distúrbios de estes nestes tecidos também podem afetar a função da tireoide.
FARMACOLOGIA
IODO RADIOATIVO
É usado no tratamento do hipertireoidismo. O isótopo usado é o I¹³¹. Ao ser administrado por via oral, é captado e processado pela tireoide, sendo incorporado à tireoglobulina. O isótopo emite tanto radiaçõs beta como gama, porém as ondas gama passam através do tecido sem causar dano, enquanto as beta, que têm curto alcance, são absorvidas e exercem ação citotóxica. Depois do tratamento, o paciente pode desenvolver hipotireoidismo,o que pode ser revertido facilmente através da terapia de reposição da tiroxina.

TIOUREILENOS
Incluem os fármacos: carbimazol, metimazol e propiltiouracil. Eles agem reduzindo a liberação de hormônios tireoidianos, causando redução gradual dos sinais e sintomas da tireotoxicose, assim, a taxa metabólica basal e a frequência cardíaca voltam ao normal em 3 ou 4 semanas. Há evidências de que eles atuem inibindo a iodação dos resíduos de tirosil da tireoglobulina, uma vez que agem como substrato para o complexo peroxidase-iodo, inibindo competitivamente a interação com a tirosina.

IODO
O iodo é convertido em iodeto, que inibe temporariamente a liberação de hormônios tireoidianos. Quando doses elevadas de iodo são administradas a pacientes com tireotoxicose, os sintomas desaparecem em 1 ou 2 dias. Em geral, o iodo é administrado por via oral em solução de iodeto de potássio.

LEVOTIROXINA E LIOTIRONINA
Não existem fármacos que aumentem, especificamente, a síntese de hormônios da tireóide. O único tramento efetivo para o hipotireoidismo, a menos que a causa dele seja a deficiência de iodo, é administrar os hormônios tireoidianos em sim, como terapia de reposição. Assim, a levotiroxina equivale a tiroxina, enquanto a liotironina equivale a triiodotironina.

A aula foi importante porque possibilitou de certa forma uma revisão sobre a patologia abordada, a partir da sua fisiopatologia, os sintomas e também a ação hormonal. Ao adquirir esses conhecimentos obtêm-se capacidade de compreender a ação dos fármacos de acordo com a patologia, associando aos sintomas e a fisiopatologia.
            
    
REFERÊNCIAS
http://ranieralph.weebly.com/uploads/3/1/9/3/3193594/aula04-farmacologia-da-tireoide.pdf

DALE,M.M.; RITTER, J.M.; Farmacologia. Elsevier editora ltda, 6ª edição, 2007

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/disturbios-da-tireoide

Aula Fitoterapia

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A aula esclareceu muitas dúvidas sobre as plantas que foram indicadas pelos residentes anteriormente e também sobre outras que não foram citadas, mas que a professora considerou relevante na abordagem principalmente à gestantes e crianças. Foi relatado que devido aos poucos estudos realizados sobre o uso de fitoterápicos por este público, deve-se agir com cautela.
A importância da aula se dá na prática como enfermeira residente em neonatologia nos momentos em que as famílias procuram pelos profissionais para relatar o uso de remédios naturais ou mesmo consultar se o uso de certo chá é adequado para determinados sintoma apresentados pelas crianças ou pela mãe tanto na fase de estação quanto de lactação. Assim, necessita-se conhecer sobre a fitoterapia, suas indicações, efeitos colaterais, contraindicações e todas as questões envolvidas neste uso para que se possa orientar a população. 
A aula foi bastante proveitosa e o método foi bem dinâmico com a exposição das plantas e explicação sobre cada uma e a forma adequada de utilizar. Um ponto bem interessante foi a demonstração de como fazer o preparo dos chás e também como cada planta pode ser utilizada., de forma que pudemos associar a planta ao medicamento e à forma de preparo.
Certamente vai ser de grande importância e utilidade o conhecimento que pudemos adquirir através da aula ministrada, por em pouco tempo teremos a oportunidade de atuar na Atenção Básica e provavelmente abordaremos um numero considerável de estantes nas consultas de pré-natal e também as mães de recém-nascidos e crianças nas consultas de puericultura.


  

Aula Hipertensão na gestação

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A abordagem realizada iniciou com a definição de Hipertensão Crônica, Hipertensão Gestacional, Pré-eclâmpsia e Eclâmpsia. A primeira está presente antes da gestação ou é diagnosticada até a vigésima semana em gestantes que desconheciam valores anteriores de sua pressão arterial, perdurando além da sexta semana pós-parto. 
A Hipertensão Gestacional Consiste em pressão arterial elevada que aparece após a vigésima semana da gravidez e costuma desaparecer até dez dias após o parto (hipertensão transitória).
Já a Pré-eclâmpsia é uma síndrome sistêmica específica que afeta todo o organismo da mulher, principalmente placenta, rim, fígado e cérebro e pode ter início súbito ou ser originada da piora da hipertensão, acompanhada de proteinúria e elevação dos níveis de creatinina sérica, ácido úrico e transaminases. A eclâmpsia, por sua vez, diferencia-se por ter o desenvolvimento de convulsões maternas em adição ao quadro de pré-eclampsia.
A relevância de conhecer a fisiopatologia da doença é compreender como os fármacos funcionam e onde atuam, de forma a promover o entendimento sobre a farmacologia estabelecida nos casos de hipertensão em gestantes. Também constitui-se como importante a abordagem dos anti-hipertensivos na lactação, pois em minha prática como enfermeira residente em neonatologia muitas vezes é preciso fazer orientações às mães nutrizes. A aula foi, portanto, de fundamental importância para a meu aperfeiçoamento como profissional de saúde.